PREVIDA APOIA JUNHO VIOLETA

    Junho Violeta marca o Mês  Mundial da Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa.Instituído  em 2006 pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pela Rede Internacional de Prevenção à Violência à Pessoa Idosa, tem o objetivo de criar uma consciência mundial, social e política da existência da violência contra idosos.

   O número de idosos no Brasil cresce todos os anos devido ao aumento da expectativa de vida da população, em especial o subgrupo de idosos acima dos 80 anos. Mas, esse índice não traz só motivos para comemoração. Há registros de que o número de violência contra os oidosos também creceu!  Um assunto tão triste, revoltante e infelizmente, comum. De acordo com dados do Ministério dos Direitos Humanos, só nos primeiros cinco meses deste ano, o Disque 100 registrou 3.286 casos de violência contra idosos no Brasil. Em 2017, o total foi de 33.133 casos em todo o país, com maior ocorrência nos estados de São Paulo (21,59%), Minas Gerais (13,20%) e Rio de Janeiro (13,10%). Embora esse número represente um aumento de 1,54% em relação a 2016, é possível notar que alguns tipos de violência tiveram menor ocorrência, como discriminação, que caiu de 131 para 127 casos; violência física, de 9.142 para 8.955 casos; trabalho escravo, de 88 para 23; e violações de direitos humanos, de 259 para 88 casos.

As marcas da violência assustam.Entre 5% a 10% dos idosos ao redor mundo sofrem violência. E aliás, você sabia que a cada 10 minutos um idoso é agredido no Brasil? E não é só a agressão física que é considerada violência?

Entenda quais são os tipos de violência contra o idoso.

Violência física

É o tipo de violência mais visível. É aquela em que o idoso sofre maus tratos ou abusos físicos. Inclui empurrões, tapas, beliscões. Podem acontecer agressões com estiletes, cintos, facas, instrumentos que machuquem e armas de fogo.

Negligência/abandono

É o tipo mais comum de violência. A negligência ocorre através da omissão da família ou de instituições em que o idoso se encontra por falta de cuidados básicos para a proteção física, social e emocional do idoso. Entram nesse grupo privação de remédios, falta de proteção contra o frio ou calor e a negligência com a higiene da pessoa. Pode acontecer o abandono do idoso também, que é considerada a forma mais extrema de negligenciar aquela pessoa.

Sexual

Essa é a violência que obriga o idoso a fazer, presenciar ou participar de alguma forma de uma atividade sexual. Essa violência é praticada quando uma pessoa faz uso de poder, intimidação, coerção, pressão psicológica ou força física. A violência sexual pode ser praticada contra idosos de qualquer sexo.

Econômico-financeira e patrimonial

Essa violência ocorre quando alguém usufrui de forma ilegal ou imprópria dos bens do idoso. Além disso, se encaixa nesse tipo de violência o uso não consentido de seus recursos financeiros e do seu patrimônio.

Autonegligência

Nesse tipo de violência o diferencial é que ela não acontece por causa de outras pessoas, mas dela mesmo. Ela acontece quando a conduta da própria pessoa idosa ameaça a saúde dela mesma ou sua segurança e quando se recusa a receber os cuidados que precisa.

Psicológica

É um caso de violência psicológica qualquer tipo de menosprezo, preconceito, desprezo e discriminação. Inclui agressões verbais, gestuais ou qualquer ação que for feita para humilhar, assustar, aterrorizar ou isolar a pessoa do convívio social. Esse tipo de violência é o segundo mais comum e pode gerar solidão, depressão, tristeza e sofrimento mental para o idoso.

Tipos de violência contra o idoso mais comuns no Brasil

De acordo com os dados mais recentes do Disque 100 (número em que se denuncia a violência contra o idoso) as denúncias se dividem da seguinte forma (lembrando que pode ocorrer mais de um tipo de violência por denúncia):

  • 77% das denúncias são por negligência;
  • 51% por violência psicológica;
  • 38% por abuso financeiro e econômico ou violência patrimonial;
  • 26% por violência física e maus tratos.

Fique atento!

É muito comum que o idoso não fale sobre os abusos e agressões que sofrem. Nos casos de um idoso com Alzheimer, isso é mais comum ainda, afinal, muitas das vezes a pessoa já está muito confusa e sem compreender direito a situação.

Ou seja, os familiares, amigos e vizinhos tem que estar sempre muito atentos às expressões faciais, gritos, queixas e se o doente apresenta machucados, roxos ou arranhões recentes.

Denuncia -  Disk 100

Fonte adaptada - alzheimer360.com/violencia-contra-o-idoso

 

 

 

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