Recomeçar 23 de Fevereiro de 2019

Me desespero a procurar
Alguma forma de lhe falar
Como é grande o meu amor por você

Nunca se esqueça, nem um segundo
Que eu tenho o amor maior do mundo
Como é grande o meu amor por você

(Roberto Carlos)

 

O segundo Recomeçar de 2019 teve como facilitadora a psicóloga Christiane Villarins, e contamos também com a presença do músico Luiz Carlos.

 

Hoje é um dia em que a cidade de Maceió está em festa. As intermináveis prévias de carnaval tomam conta das ruas da capital, e em quase todos os bairros há blocos e grupos de pessoas festejando. O que além de contagiar alguns enlutados a esquecer sua dor por alguns momentos (o que é muito bom), torna dificultoso sair de casa devido a movimentação e o trânsito intenso.

 

Acreditamos que em decorrência disso tivemos um número reduzido de participantes. Mas partindo da ideia de que as coisas acontecem como devem acontecer e que o recomeço se dá a cada pequena atitude que nos dispomos a ter, nos sentamos em um pequeno círculo para compartilhar as tristezas de uma perda e expor algumas dores que ainda estavam presas.

 

 

A psicóloga direcionou a conversa para que cada um expusesse suas angústias individualmente. Havia uma participante que foi pela primeira vez no encontro passado mas chegou já no final. Hoje ela foi cedo e compartilhou conosco sua dor. As outras pessoas estão indo desde o ano anterior, todavia a cada encontro surgem novas falas, novas angústias, etc. ao mesmo tempo que surge um novo aprendizado.

 

Christiane disse que “o tempo não muda o fato da morte, mas com o passar dele muda a nossa visão sobre a perda”. A partir daí fomos conversando sobre as mudanças que temos que enfrentar após o falecimento de um ente querido. E surge a pergunta: “o que significa a morte? O que significa morrer? Cada um foi falando sobre suas impressões, mas, em nenhum momento foi falando que a morte é o fim de fato. Independente das crenças todas compartilham da ideia de que o ente querido que se foi está em um local bom e bonito e que irão se (re)encontrar um dia.

 

A facilitadora fez uma dinâmica com bolas de sopro. Pediu que eles enchessem as bolas com a pessoa que eles amam e perderam. Que imaginassem isso. Em seguida amarrou um cordão no balão e pediu que eles segurassem a bola pelo barbante. Christiane falou que o balão é exatamente a pessoa que eles amam, e o cordão representa o elo que os une, que é o amor. E que esse é um elo que não se rompe, que não se quebra.

 

 

            

Para finalizar, a psicóloga pediu que todos ficassem de pé e fossem fechando o círculo, se aproximando e se abraçando. O músico tocou e cantou a música “Como é grande o meu amor por você”, enquanto a psicóloga foi falando palavras de conforto e carinho para cada um.

 

    

 

Antes de concluir, ofertar as mudas fornecidas pela empresa parceira MEMORIAL PARQUE,  e servir o lanche, cantamos parabéns para um participante muito querido que sempre acompanha sua mãe. A felicidade estampada nos olhos dele é a gratidão por uma ação tão simples, mas que foi feito com o objetivo de mostrar para todos os presentes que mesmo meio a dor, é importante celebrar a vida.

 

 

 

 

Venha participar e traga um/a amigo/a!

Todos e todas são recebidos com muito carinho!

Comentários

  • PALMEIRA DOS ÍNDIOS

    R. José Maria Passos, nº 30, Centro

  • CENTRO

    R. Oliveira e Silva, nº 155

  • ARAPIRACA

    Rua esperidião Rodrigues,223. Centro ( Em frente a praça da prefeitura)

  • CLIMA BOM

    Rua São Paulo, nº 30, Tabuleiro dos Martins

  • TRAPICHE

    Av. Siqueira Campo, nº 697

  • FAROL

    R. José de Alencar, nº 121

  • SHOPPING PÁTIO

    Av. Menino Marcelo, 3800

  • JACINTINHO

    Rua Cleto Campelo, 70 / Sl 14

Atendimento Previda

0800 009 1700
contato@previda.com.br
De segunda até sexta: 8:00 às 18:00 horas
Sábado: 08:00 às 12:00 horas
Atendimento 24 horas pelo telefone