Recomeçar 30 de Março de 2019

Só enquanto eu respirar
Vou me lembrar de você
Só enquanto eu respirar
Enquanto houver você do outro lado
Aqui do outro eu consigo me orientar

(Fernando Anitelli)

 

 

O terceiro Recomeçar de 2019 teve como facilitadora a psicóloga Pollyana Albuquerque, e contamos também com a presença do músico Luiz Carlos.

Demos início ao encontro as 9:20 com uma breve apresentação do que é o Projeto, e de que foi pensando em nossos clientes que estão vivenciando o luto que decidimos que precisávamos cuidar um pouco de quem fica. Falamos também da parceria com o Memorial Parque Maceió, do projeto que também acontece lá, sempre nos segundos sábados de cada mês e do oferecimento de lindas mudas pelo Memorial. Informamos que  distribuição será ao término da atividade.

Pollyana, psicóloga, deu início ao momento falando sobre o luto e como ele se apresenta das mais variadas formas, e de modo muito particular em cada indivíduo que o sente. Falou também que uma tristeza profunda pode se caracterizar como depressão, e nesse momento é preciso um olhar profissional aprofundado com relação aquele indivíduo.

É importante e necessário sentir nossas dores, mas precisamos ficar atentos a nós mesmos e ao outro, e identificar quando a tristeza já deixou de ser uma tristeza considerada normal, saudável, por conta do luto, e passou a de fato atrapalhar a vida e o cotidiano do enlutado. Uma cliente perguntou o que seria uma tristeza saudável. A psicóloga explicou que precisamos sentir, chorar, vivenciar o luto. Isso tudo é necessário. Mas não podemos parar nossa vida. Temos que retomar nossa rotina, trabalhar, comer, arrumar a casa, sair. Quando a tristeza nos impede de realizar nossas atividades rotineiras ela pode se transformar em depressão.

A tristeza está ali, o luto existe, mas a vida continua. O Luto é saudável, passamos por ele e em seguida iniciamos um processo de restauração, de Recomeço. É preciso perceber que quando perdemos um ente querido perdemos um papel social, pois se perdemos a mãe, deixamos de ser filha. Se perdemos um filho, deixamos de ser mãe. Isso é algo que agrava o luto.

Pollyana propôs uma atividade manual. Com sal e corante alimentício, cada um dos participantes foram construindo caixinhas coloridas que representassem os sentimentos que estavam em seus corações naquele momento. Enquanto faziam concentrados, a psicóloga os observava e direcionava uma conversa voltada as dores, as alegrias, as tristezas e lembranças do ente querido que se foi, para que assim a elaboração da caixinha tivesse de fato a intervenção dos sentimentos de cada um naquele momento.

 

 

 

 

 

 

 

Venha participar e traga um/a amigo/a!

Todos e todas são recebidos com muito carinho!

 

 

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